A modelação de qualquer sistema consiste em estabelecer um modelo concetual de comportamento que possa ser replicado, de modo a que, variando os parâmetros que afectam estes sistemas, se possam prever os resultados antes de se proceder a alterações efectivas.
Por exemplo, é possível modelar as alterações que ocorrem numa água de irrigação quando se altera o seu pH, a pressão do sistema hidráulico ou a temperatura, para, por exemplo, conhecer a possibilidade de uma água produzir incrustações calcárias no sistemas hidráulicos do campo de golfe e atuar em conformidade.

Quando as espécies Calcite ou Aragonite (carbonato de cálcio com diferentes estruturas tridimensionais) estão supersaturados em água, ou seja, os seus índices de saturação são superiores a 0,5, são susceptíveis de precipitar e provocar entupimentos em aspersores, etc., embora a Aragonite não dê normalmente origem a núcleos de precipitação para este efeito. Por conseguinte, é preferível que as formas calcárias se apresentem sob a forma de aragonite em vez de calcite.

Assim, podemos prever como uma água com pH 7,8 remove o calcário baixando o seu pH para 6,5, mas não afecta a precipitação de gesso a partir da água.

Do mesmo modo, o gesso (sulfato de cálcio) pode precipitar se o seu índice de saturação for superior a 0,5, o que ocorre menos frequentemente do que no caso dos carbonatos.
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